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Minas Gerais confirma primeiro caso de varíola dos macacos

Caso foi notificado no dia 28 de junho em Belo Horizonte; agora são 22 confirmações da doença no país.

Minas Gerais confirma primeiro caso de varíola dos macacos
Foto: Science Photo Library - g1 Sul de Minas
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O primeiro caso de varíola dos macacos em Minas Gerais foi confirmado nesta quarta-feira (29). O paciente é morador de Belo Horizonte. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do estado (SES), um exame laboratorial atestou positivo para a doença.

A pasta foi notificada pela prefeitura de Belo Horizonte nesta terça-feira (28). De acordo com o município, trata-se de um homem, de 33 anos, que esteve na Europa entre os dias 11 e 26 de junho. O paciente está em isolamento domiciliar, com quadro estável. De acordo com as investigações, a infecção é importada.

Ainda de acordo com a prefeitura, não há relatos de infecções secundárias a partir da confirmação deste caso. O paciente segue monitorado.

Brasil tem 21 casos confirmados de varíola dos macacos, informa Ministério da Saúde
Com esta confirmação, chegam a 22 os casos de varíola dos macacos no Brasil. O Ministério da Saúde ainda não atualizou este caso.

Além de Minas Gerais, há casos confirmados em São Paulo (14 casos), Rio de Janeiro (5 casos) e Rio Grande do Sul (2 casos).

O que é a varíola dos macacos?
A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada.

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A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

Por contato com o vírus – com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.

De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.

Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
Da mãe para o feto através da placenta;
Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

FONTE/CRÉDITOS: g1 Sul de Minas
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