A emergência financeira foi oficialmente decretada pela prefeitura de Cássia após o município registrar uma queda expressiva na arrecadação e um aumento considerável nas despesas recentes.
Até o momento, a cidade arrecadou R$ 95 milhões, montante aproximadamente 9% menor do que a projeção inicial para o período.
Publicado em 8 de setembro, o decreto já está em vigor e estabelece limites rígidos para conter os gastos públicos.
Entre as principais ações adotadas estão a redução de despesas com diárias de viagens, cursos e palestras.
Também foram impostas restrições para novas contratações de servidores, prestadores terceirizados e serviços de consultoria.
Segundo a secretária de Fazenda e Planejamento, Larissa Marquete Barbosa, a dívida acumulada gira em torno de R$ 5 milhões.
Apesar do cenário desafiador, a gestão municipal garante que os serviços essenciais não devem ser afetados.
A expectativa da administração é evitar qualquer tipo de atraso no pagamento dos salários dos servidores públicos.
Para acompanhar de perto a execução das medidas, o decreto determinou a criação de uma comissão especial.
Esse grupo será responsável por avaliar metas e ações, buscando o reequilíbrio financeiro da prefeitura.
Enquanto vereadores apontam falhas no planejamento dos gastos públicos, técnicos defendem que o déficit ocorreu devido ao aumento inesperado das despesas.
Especialistas avaliam que a medida é correta e necessária para estabilizar as contas municipais, desde que as restrições sejam cumpridas com rigor.

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