A Polícia Civil de Minas Gerais identificou a mulher de 41 anos suspeita de provocar um incêndio em loja de telefonia no município de Lambari, motivada por ciúmes. O ataque ocorreu no Centro da cidade e a investigada responde ao processo em liberdade, pois o período legal de prisão em flagrante já havia expirado no momento da localização.
Segundo o boletim registrado pela Polícia Militar, a mulher teria ido até a unidade comercial para confrontar uma funcionária que mantinha um relacionamento com seu ex-companheiro. Câmeras de segurança do local capturaram o momento em que a investigada ateia fogo a uma mesa de atendimento após despejar combustível e acender um fósforo.
Apreensão de armas e prejuízos materiais
Além da garrafa com cerca de 500 mililitros de gasolina, a mulher portava uma barra de ferro no momento da ação. As funcionárias conseguiram correr para o fundo do imóvel e não se feriram. Embora o fogo tenha destruído equipamentos eletrônicos, o incêndio foi rapidamente controlado e a loja retomou as atividades.
Durante os desdobramentos da investigação, agentes realizaram buscas em um endereço ligado à suspeita e apreenderam uma pistola, carregadores e munições, que passam por perícia. O caso segue sob apuração policial para determinar todos os crimes cometidos.
Em nota oficial, a Vivo informou que repudia veementemente qualquer forma de violência e que prestou auxílio à loja revendedora em Lambari. A operadora confirmou que nenhum colaborador ficou ferido durante o incidente e que o atendimento ao público já foi restabelecido normalmente.

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